domingo, 22 de março de 2015

Entendendo o que é Fine Art








Fine Art - Definição


          Originalmente o termo “Fine Art” foi cunhado para diferenciar produções puramente artísticas de outras feitas com algum intuito (seja comercial, memorial, etc). Algo feito unicamente pelo seu valor estético e sem qualquer utilidade prática pode ser considerado “Fine Art”, enquanto que algo com uma função prática, não.




          Na fotografia, tanto contemporânea quanto no seu surgimento, o termo deve ser aplicado da mesma forma, referindo-se à fotografia feita puramente por impulso artístico e estético em oposição à fotografia feita com objetivo documental ou publicitário.
          Ao atingir a área da impressão e das gravuras o termo ganhou uma nova conotação, ligeiramente diferente. Como muitos artistas não queriam se envolver no processo de reprodução por gravuras, por desinteresse ou por falta de tempo e recursos, mas desejavam que suas obras fossem reproduzidas, passaram a recorrer a “experts” nos processos de reprodução de arte por processos de xilogravura, encavo, litografia, etc. Esses “experts” diferenciavam-se dos demais profissionais de impressão por serem especializados na produção de obras de arte e não simples profissionais da impressão cotidiana (de livros, estamparias, etc). Possuíam domínio de suas técnicas, mas também a base artística e o olho clínico necessários para lidar com a reprodução da visão artística de outros. Esse foi o nascimento da impressão “Fine Art”.
          No campo da ampliação fotográfica o termo voltou a ser usado nas últimas décadas do século passado para se diferenciar o trabalho de revelação e ampliação manual, feito por especialistas, dos processos automatizados dos laboratórios expressos.



Impressão Fine Art

Certificação

           Fine Art é basicamente a arte de imprimir arte.
          A certificação da Canson é mais séria e complexa e começa por não ser apenas um papel, um diploma ou um prêmio dado pela Canson aos melhores impressores, a idéia é garantir internacionalmente que as obras foram impressas nos mais altos padrões de qualidade.
          A Certificação da Canson é a garantia para os compradores das obras de impressão fine art que estão fazendo um investimento seguro em algo que não é descartável.

          Existem bureaus de impressão que emitem para cada obra, principalmente para os clientes que trabalham com galerias, museus e os colecionadores mais criteriosos ou ainda comercializam suas obras no exterior individualmente, um certificado de qualidade de impressão administrado pela Canson no site: http://certifiedprinting.com/

A certificação da qualidade de impressão funciona basicamente com três elementos:

  1. Junto com a impressão vai um certificado impresso com um código chave, nele tem um preview da obra impressa, as datas, a assinatura do impressor responsável certificado pela Canson e a assinatura do artista além da chancela do atelier de impressão. O Certificado Hahnemühle que é mais amplo e muito menos rígido tendo uma abordagem principalmente comercial e muito menos técnica. Os papéis da Hahnemühle não possuem certificados, o mais próximo que a Hahnemühle tem são a venda de selinhos que não atestam ou garantem nada, é bobagem para inglês (digo alemão) ver. Mas tudo bem, também não vamos esculachar, não é master exigente como Canson, mas da de 10 a 0 na relevação comum.
      certificado da obra de impressão fine art
    modelo de certificado impresso que acompanha a obra
      Apesar de não ser o objetivo da certificação da Canson, a emissão do certificado serve também como comprovante de autenticidade da obra incluindo o controle das tiragens.Isso é muito legal e importante, porque ao reproduzirmos uma obra, fazemos uma série e cada numeração tem um valor, sendo que as últimas tiragens são as mais importantes. Ou seja: exclusividade. #nós_amamos!
  1. A impressão pode ser chancelada na margem para que os compradores saibam que a obra é certificada.
    pequena chancela em relevo colocada na margem que poderá ser encoberta pelo passepartout
    pequena chancela em relevo na margem que poderá ser encoberta pelo passepartout
  1. Com a chave do certificado é possivel de qualquer lugar acessar o site da Canson e conferir a autenticidade do certificado, da tiragem e do impressor.
    certificado teste para consulta BRPR001003800001
    certificado teste para consulta BRPR001003800001



Impressão Giclée - O Futuro da Reprodução de Arte


Vamos definir os termos:
Canvas: (tela artística HP Professional Matte Canvas - Made in USA)
ou
Harman Hahnemühle: Made in Germany


          É bem possível que você que trabalha com artes plásticas, arquitetura ou decoração já tenha ouvido falar de impressão em giclée, tecnologia que vem sendo usada atualmente por milhares de artistas, decoradores e fotógrafos em todo o mundo. Criada no início dos anos 1990, e desenvolvida no início desta década, a impressão giclée vem representando e definindo a melhor qualidade possível que uma arte ou reprodução fotográfica pode atingir.       


          Esta qualidade, precisão e atenção aos detalhes é capaz de ser alcançada através das impressoras profissionais com qualidade fotográfica denominadas Giclée. Fabricantes de marcas mundiais desenvolveram espetacular tecnologia de cabeças de impressão que surpreendem pela exatidão. As reproduções de pinturas e fotos em telas artísticas com qualidade de museu só são possíveis se forem utilizadas impressoras com qualidade de impressão giclée.


              Giclée é uma palavra de origem francesa que significa "pulverizar". Impressão Giclée é o processo com tecnologia mais avançada que existe para produzir imagens digitais de alta resolução e reproduções da mais alta qualidade, largamente utilizadas nos principais museus e galerias de arte do mundo inteiro.
             Hoje a palavra é usada livremente tanto para reproduções de obras de arte quanto para fotografias impressas em papéis nobres.
         O termo “giclée print” conota um aprimoramento na arte da gravura. Imagens são geradas a partir de reproduções fotográficas de grande formato ou scans de alta resolução, e impressas com tintas de qualidade de arquivo em vários substratos, incluindo tela, papéis fineart, e papel fotográfico. O processo de impressão giclée fornece uma maior precisão de cor do que outros meios de reprodução mecânica. Quando usado para impressões fotográficas, pressupõe o uso de papéis nobres de belas artes especialmente preparados para receber em sua superfície as tintas pigmentadas das modernas impressoras.
(quer saber mais um pouquinho sobre as impressões e diferenças? Veja aqui http://gerenciamentodecoreimpressao.blogspot.com.br/2011/05/tipos-de-impressao.html)



O Processo


         Impressões giclée são criadas geralmente usando impressoras jato de tinta profissionais de 8 a 12 cores . Entre os fabricantes de vanguarda estão Epson, HP e Canon. Estas impressoras com modernas tecnologias são capazes de produzir cópias incrivelmente detalhadas, usando micro-orifícios, as impressoras trabalham com 12 cartuchos que pulverizam finas micro-gotas de tinta na tela permitindo alcançar uma variação enorme de cores. Os dpis (gotas por polegada quadrada) que as modernas impressoras profissionais são capazes de atingir são impressionantes (imprimem em resolução de até 2400 DPI).

Impressões giclée são muitas vezes referidas como “Impressões Iris”;Iris Printer foi uma impressora a jato de tinta pioneira no processo digital, no final dos anos 1970, e que possuía 4 cores . 



Impressão de "Diabolus in Musica" de Renato Faccini (www.estabelecimento.com.br)


      Mas atenção: Mas nenhuma impressão vai conseguir superar seu trabalho original e atingir 100% da escala tonal. Existe um princípio de redução cromática e nitidez (vou colocar em outro post mais detalhadamente), do olhar a saída impressa: vemos determinada imagem, (os olhos enxergam muito mais cores que tudo, atendo-nos apenas a olhos humanos!!), quando clicamos, nos restringimos as limitações do equipamento fotográfico, ao colocar no seu computer pra tratar a foto, você já começa a se limitar a calibração e configurações de seu monitor, quando damos saída em papel, aí começa a depressão, pois todo seu trampo pode ir por água a baixo, seus contrastes, escalas e passagens tonais começam a se revelar de forma abrupta ou distorcida, ou mesmo as cores ficam diferentes, ou esmaecidas e o contraste e a dureza do preto é vultuosamemte reduzida... Quando é impresso em Fine Art, a combinação papel adequado para aquele trabalho (depende como o papel absorve a tinta e logo assim revela as cores) mais a variadades de cartuchos coloridos (não só a escala CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto) garante muito mais qualidade e fidelidade ao seu trabalho. Agora, se for revelada sua fotênha, pior ainda fica, se não for em Endura-Kodak ou outro papel legal quanto, chore, e se for feita naquelas máquinas dos shoppings e supermercados q fazem na hora, conselho: nem dê saída em papel, o resultado é pavoroso! A impressão é muito melhor que a relevação, mas nada supera o olho humano. É a vida =)



          As impressoras comuns de uso doméstico ou as comerciais que imprimem banners, adesivos, painéis publicitários etc, não são consideradas "giclée", pois trabalham com no máximo 6 cores, normalmente com pouca durabilidade, não atingem a gama total de cores e possuem uma resolução de impressão muito baixa.


As vantagens do Canvas Impresso em Giclée

         Tradicionalmente, os artistas se utilizavam da litografia, serigrafia etc, quando precisavam criar reproduções de seu trabalho em aquarelas, papéis fotográficos e papéis de arte. Mas raramente você via um artista criar reproduções do seu trabalho sobre tela. Isso acontecia porque, antes da última década, a maioria dos métodos para a reprodução de arte em canvas deixava os artistas frustados com a qualidade das imagens conseguidas. Com a introdução do Processo Giclée, isso já é passado. Artistas têm agora um meio de produzir dezenas de reproduções de seu trabalho. Estas não são apenas reproduções vividamente precisas, mas elas também são criadas no mesmo tipo de tela que o original foi pintado. Isso dá a essas reproduções a aparência de uma autêntica obra de exposição em museu - algo que anteriormente era inatingível no campo da arte.

              Uma vantagem que o processo de impressão giclée oferece aos artistas plásticos ou editoras de arte é que a edição pode ser impressa sob demanda. As imagens são reproduzidas a partir de suas pinturas originais, aquarelas e desenhos e são gravadas como um arquivo digital, podendo ser utilizado sempre que necessário.

Sua imagem original pode ser mantida em arquivo para que você possa imprimir exemplares únicos ou múltiplos, a qualquer momento, e com isso evitar o alto custo e risco de produzir uma edição impressa completa de uma só vez.

              Além do detalhe de reproduções e do volume produzido, está a qualidade das telas. Impressões em Canvas podem durar mais de cem anos sem se deteriorar ou amarelar. Enquanto é mantido longe da umidade extrema ou luz solar (claro), impressões com qualidade Giclée tem a garantia de durabilidade de muitas décadas. Após as imagens terem sido produzidas, podem ser esticadas em chassis ou simplesmente coladas nos mais variados materiais para serem utilizadas com molduras. Se você não for utilizar molduras, as imagens podem ser impressas com tela adicional em torno das artes para que a imagem continue nas bordas depois do canvas esticado.



Técnicas para melhorar sua impressão Giclée em Canvas 

 Ao contrário de papéis, a impressão em canvas permite adicionar alguns detalhes decorativos ou outros recursos que melhoram e tornam especial a sua impressão. Alguns artistas aplicam efeitos de pinceladas ou espátulas sobre as áreas de sua impressão Giclée para criar um efeito único. Um dos métodos mais utilizados é a aplicação de gels acrílicos que formam camadas transparentes com texturas criadas das mais diversas maneiras. Estes produtos artísticos, à base de água, são aplicados com pincéis, espátulas ou escovas e depois de secos conferem uma aparência fantástica à imagem e, além da originalidade, aumentam o contraste e proporcionam maior proteção à superfície do canvas.


Papéis
Existem dois tipos básicos de papéis para impressão fine art que utilizamos: os chamados fotográficos e os papéis de algodão.

Papéis Fotográficos

Photo Matte ou Photo Glossy: É um papel de alfa-celulose em sua composição, revestido com polietileno estruturado e camada de microporos receptores de cor. É o equivalente atual dos papéis fotoquímicos tradicionais, resistente a água e desbotamento, com durabilidade estimada de 75 anos em condições ideais.
Papéis de Algodão

São papéis de altíssima qualidade, que oferecem aos profissionais um suporte resistente ao envelhecimento, são acid free e têm durabilidade garantida pelo fabricante de até 150 anos, em condições de conservação museológica. Por também apresentarem admirável fidelidade de cores, são os mais largamente utilizados no comércio de obras de arte, coleções particulares ou de museus.

Os papéis à base de algodão possuem uma boa variedade de acordo com o tipo de superfície, oferecendo alternativas para diferentes tipo de trabalhos, imagens ou resultados pretendidos.

Photo Rag: Produzido pela Hahnemühle, é um papel feito com 100% de algodão, branco e totalmente fosco. Muito utilizado para fotografias em preto e branco ou cor, devido aos seu excelente gamut de pretos, é encontrado nas gramaturas de 188 e 308g, com larguras de 60, 11 e 150 cm.O papel Photo Rag Hahnemühle 308g é certamente um dos melhores suportes existentes para reprodução em fine art.

Velvet: Papel 100% algodão, branco, fosco e texturizado. É um papel indicado para múltiplos usos, sejam impressão de fotografias preto e branco ou coloridas, assim como arte digital. Sua textura marcante é um recurso valioso para fotos digitais chapadas ou com baixa resolução, ajudando a compor a imagem e disfarçando eventuais defeitos do original.
Barita: Papel alfa-celulose, branco, liso e brilhante, junta as qualidades de um papel de algodão com uma superfície brilhante encontrados nos antigos papéis de fibra da Ilford em que se faziam as clássicas fotos em preto e branco. O barita oferece uma característica muito expressiva, principalmente nas fotos preto e branca com bastante contraste e as fotos coloridas bem saturadas.

Smooth: Papel 100% algodão, branco, liso e totalmente fosco. Indicado para diversos tipos de uso, tanto imagens coloridas como preto e brancas. Sua característica mais marcante é ter uma superfície bem lisa, suave, livre de texturas que possam causar alguma interferência na imagem.

Canvas: Material produzido para se assemelhar ao máximo a uma tela de pintura, possui as mesmas propriedades dessas: textura de tecido, resistente a água, pode ser estendida e montada sobre chassis de madeira. Possui dois tipos de superfície: brilho, que remete a pinturas em tinta acrílica, e fosca, que remete a tintas pastel. É possível ainda fazer interferências após a impressão.


Dicas úteis antes de imprimir


            Estou falando de impressão Fine Art a partir de arquivos digitais, então vamos partir do pressuposto de que a imagem já está em um arquivo digital.
Trate a imagem em seu tamanho original, deixe os cortes (crops) e interpolações para o final. É muito prático ter um original tratado sem cortes e sem interpolação, pois isso facilita a sua vida no caso de uma mudança de planos de última hora. Isso vale tanto para imagens capturadas em JPG quanto em RAW, embora fotografando em RAW e tratando em softwares como o Adobe Lightroom essa abordagem se torne mais natural. De qualquer forma devemos manter essa prática até quando exportarmos para o Photoshop: exporte no tamanho original, sem cortes e faça o resto do tratamento na imagem inteira. Não se preocupe demais com o mito dos 300dpi, muitas vezes é possível gerar imagens perfeitas com bem menos que isso dependendo do papel e do tamanho final.

           Impressão Fine Art Digital se faz em RGB, não em CMYK. Isso pode soar estranho para muitos, mas é a mais pura verdade e faz todo o sentido depois que se conhece a fundo a maneira como a imagem é composta no papel. Como isso exigiria páginas e páginas de texto técnico (e chato) para explicar, nesse momento vamos apenas acreditar. Não convertam seus arquivos para CMYK. Provavelmente eles entraram no seu computador como RGB, então deixe-os assim.
            Sobre os espaços de cor RGB, sempre que possível trabalhe suas imagens em Adobe RGB. Os melhores equipamentos de impressão existentes hoje, como os que usamos na Imagem Impressa, já conseguem imprimir algumas cores além do sRGB, então faz sentido trabalhar em Adobe RGB para tirar proveito disso. Você pode até trabalhar em espaços maiores, como Prophoto RGB, mas deverá converter para Adobe RGB na hora de gerar o arquivo de saída. Ao converter no Photoshop tenha atenção para os “rendering intents”, alterne entre “relative colorimetric” e “perceptual” com a pré-visualização ativada e escolha o que melhor lhe servir.

          16 bits ou 8 bits de profundidade? Se você estiver tratando em Prophoto RGB usar 16 bits é praticamente obrigatório e em Adobe RGB é uma boa ideia. Mas na hora de gerar o arquivo de saída em Adobe RGB não é grave passar para 8bits (última coisa a se fazer). Apesar do nosso sistema de impressão aceitar arquivos em 16 bits, a diferença não é perceptível nas impressões. Durante o tratamento 16 bits pode fazer toda a diferença evitando a ocorrência de “bandings” em degradês, por exemplo, mas na impressão essas vantagens não são perceptíveis e o arquivo em 8 bits fica bem mais leve. De qualquer forma, não temos qualquer objeção em receber e imprimir arquivos em 16 bits caso seja de sua preferência.

         Fuja do JPEG. Mesmo que você tenha capturado a imagem em JPEG, após tratá-la salve em algum formato que não use compressão com perda. Formatos TIFF ou PSD são boas opções. Claro que podemos imprimir belas imagens de arquivos JPEG, mas se pudermos não jogar dados fora é melhor.

        Caso você tenha um monitor de boa qualidade (próprio para tratamento de imagens) calibrado e caracterizado por hardware e já saiba qual papel usará para a impressão, solicite-nos o perfil ICC do papel em questão para o nosso sistema de impressão. De posse desse perfil você pode fazer um “softproof” para prever como as cores se comportarão na impressão. Entretanto, se você não tem um bom monitor calibrado e caracterizado por hardware e não sabe o que é “softproof”, não se preocupe com isso por enquanto. A etapa final da preparação em nosso estúdio envolve a realização desse “softproof” em nossos computadores e ambientes específicos para esse fim e, preferencialmente, com você ao lado para opinar.

          Converse com os profissionais que irão imprimir seu arquivo caso tenha alguma dúvida, antes de gerar o arquivo final. Impressão Fine Art não é “laboratório expresso” e o serviço que você está contratando inclui a atenção especial da equipe. Sugestão: tragam seus arquivos tratados, em Adobe RGB, no formato PSD ou TIFF, sem acréscimo de margens. Se a imagem tiver sofrido algum corte (“crop”), sugerimos que traga também a versão integral, já tratada, mas sem cortes. Os cortes, uma eventual interpolação e o acréscimo de margens poderão feitos pela nossa equipe, após a definição de papel e do tamanho exato da imagem. A escolha do papel é uma etapa muito importante e ninguém melhor que nossos especialistas para auxiliá-lo nesse processo.

             Esteja junto durante o parto da sua cria, afinal a obra é sua e tem que agradar a você.
Seguindo essas sugestões você reduzirá bastante a possibilidade de ter qualquer problema na impressão e terá como mudar de ideia quanto a formatos e tamanhos de última hora sem grandes preocupações.

Falando de minha experiência pessoal

Meu "portfilho" ♥

          Quando finalizei o curso de fotografia na Escola Panamericana de Arte e Design, precisei fazer um portfólio físico para entregar, pois bem, cotei muitos lugares e preços, cheguei até a revelar e imprimir em papel fotográfico alguns trabalhos para ver a diferença, inclusive em alguns bureaus que fazem a impressão em Fine Art (dizem né, porque rolou umas coisas tipo “cartucho de tinta acabando” em alguns pedacinhos da foto)
          Confesso que o preço me doeu, ardeu no bolso, mas toda a energia que eu havia desprendido e empregado para realizar aquele trabalho, da idealização a saída em papel, não podia ser subestimada.
          Pois bem, fui lá na MOB Studio, http://mobstudio.com.br - um bureau de impressão irretocável, levei o trabalho para eles, aí você nota a diferença e qualidade do trabalho, primeiro que retocaram minhas fotos (meu monitor maledetto não estava calibrado e eu achando que tinha deixado meu fundo suuuper preto caravaggio, que nada, tudo cagado de retoques e aparecendo o papel de parede – é gente, fiz meu autoral em casa, por incrível que pareça, nada de studio, ar livre e em casa), voltando a MOB, o Wagner Kiyanitza que fez todo este trampo, mexeu em alguns detalhes da coloração para ajustar como eu havia idealizado as imagens. Tudo parceria, eu fazia um pedido era atendida e eles sempre atendiam as minhas expectativas – detalhe: sou muito chata e perfeccionista.
           Depois foi a escolha dos papéis, qual papel que atendia melhor ao tipo de trabalho que eu havia proposto, olhei n papéis, vi n impressões, a cabeça saía fumaça e o bureau fervendo com mil impressões rodando de várias pessoas fazendo portfólio.

Fiz umas fotos dos papéis de meu portfólio (http://www.jualmsfotografia.com/#!autoral/cp5y) , pra mostrar a textura, cores,  etc, mas gente, confesso a vcs q não lembro o nome dos papéis #fail

este papel responde bem a cores e p&b, tem boa textura e gramatura!

este preferi com textura de tela mesmo, o prof. quase comeu meu baço, mas, era minha intenção fazer as imagens parecerem pinturas, da idéia, a luz, ao tratamento e o papel impresso. Este papel tem a gramatura mais fina e exigiu passepartout


este papel tem a textura bem lisa, respondendo bem a altas colorações-saturações e contrastes. Apenas uma imagem foi em p&b e ainda assim rolou legal.

este último é o papel fotográfico, não entra em fine art, imprimi  - não revelei, veja bem! - os exercícios obrigatórios nele

         Depois de impresso, cara, é artesanal e não tem como (!!!) cortam com estilete sua foto usando luvaaaa!!!! Fica muito bem feito! Muito capricho e respeito pelo cliente e trabalho artístico alheio.
         Resultado: satisfação garantida, portfólio nota A!
          Foi caro? Não, foi justo, justo com o trabalho e tempo deles e justo comigo e minha arte. Pegar a foto impressa em Fine Art não tem preço, para as outras as coisas existem master card rs.

Tem um post legal também do Geraldo Garcia falando sobre A melhor Impressão Possível
http://blog.geraldogarcia.com/index.php/2010/03/a-melhor-impressao-possivel/#axzz2Mn9DR9Pu

Fontes colaboradoras:
http://atelierdeimpressao.com.br/site/index.php/giclee/

http://www.fotocanvas.com.br/impressao-giclee.html
http://imagemimpressa.com/site/como-preparar-seu-arquivo-para-a-impressao/

 
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