domingo, 14 de julho de 2013

Robert Capa - In love and War - ( No amor e na guerra )

Está aí um fotógrafo que eu amo, amo de paixão!




"Robert Capa, o grande documentarista da guerra no século 2º, fotografou cinco conflitos épicos, em três continentes nos 40 curtos anos de sua vida. Era um pacifista que andou em tanques, desviou-se de balas e marchou nas linhas de frente. Ele migrou dos cafés esquerdistas da Europa Oriental para Hollywood no seu apogeu. Foi o único fotógrafo que estava com a primeira onda de soldados no desembarque na Normandia, no Dia-D. Jogou pôquer com Ernest Hemingway, fotografou Pablo Picasso e teve um romance com Ingrid Bergman. Foi um dos fundadores da pioneira Agência Magnum de Fotografia. Viveu uma vida movimentada e alegre, contribuindo para seu próprio mito.



 Robert Capa: No Amor e na Guerra acompanha a transformação de Endre Friedmann – de um menino judeu em Budapeste, a refugiado de guerra em Berlim e Paris, a Robert Capa. Aos 23 anos, ele se tornou o mais famoso fotógrafo de guerra no mundo e sua vida acompanhou um período incrível da história moderna. Ele fotografou a Guerra Civil Espanhola e a invasão japonesa na China, o teatro europeu da 2ª Guerra Mundial e a primeira guerra árabe-israelense. Em 1954, Capa deixou a chefia da Magnum, em Nova York, depois de seis anos, e voltou ao front para fotografar a guerra franco-indochinesa. Ironicamentem morreu devido à explosão de uma mina terrestre.




 Robert Capa: No Amor e na Guerra mostra um homem complexo que, mesmo olhando diretamente para a violência no mundo, amava ainda mais a humanidade. Filmes de arquivo mesclados com fotografias e filmes originais de recreação iluminam as palavras e evocam a realidade – às vezes dura, às vezes românticas, sempre autênticas dos colegas e amigos de Capa. Henri Cartier-Bresson, Françoise Gilot, Milt Wolfe, Elliot Erwitt, Hiroji Kubota, Micha Bar-Am e Eva Besnyö, amiga de infância de Capa que o ensinou a usar uma câmera quando ainda eram jovem expatriados, estão entre os que contam suas histórias para a câmera.



Numa entrevista fascinante, Isabella Rossellini lê o diário de sua mãe e conta o romance clandestino, destinado a não dar certo, entre Bergman e Capa. Enquanto ela reflete que o filme Janela Indiscreta de Alfred Hitchcock seria baseado nesse relacionamento, vemos imagens desse casal inadequado."(Anne Makepeace / 2003 / Estados Unidos)

        Steven Speilberg, que baseou a abertura de O Resgate do Soldado Ryan, quadro a quadro, nas fotos de Capa do Dia-D, fala de sua influência e de seu impacto: “Não era bonito. Era feio, violento e imediato. As imagens eram de caos e loucura. Fiz o possível para que minha câmera captasse o dia 6 de junho de 1944 exatamente como nas fotos de Bob Capa.”
         Com o acesso exclusivo a um legado magnífico de 70.000 negativos no Centro Internacional de Fotografia, Cornell, o irmão mais moço de Capa, pela primeira vez confiou em nós para que déssemos vida a seu fotojornalismo e a seu trabalho – um trabalho que atingiu novas dimensões de realismo e compaixão. John Steinbeck disse uma vez que Capa “podia fotografar movimento e alegria e sofrimento. Ele podia fotografar o pensamento.” Robert Capa, por outro lado, disse: “Se suas fotografias não ficaram boas, foi por que você não se aproximou suficientemente.”
 (Anne Makepeace / 2003 / Estados Unidos)





Cá entre nós, além de talentoso, corajoso, era puro charme! Nem parece fotógrafo de guerra, aliás O Mestre, tamanha leveza e beleza em sua face! #amo











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