segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

The cute photographs of Harry Whittier Frees (1879-1953)





       Quando deparei-me com estas imagens: oooohhh!!! 




   Foi uma das coisas mais fofas, cute, divertidas que meus olhos tinham visto em termos de fotografia de animais!

       O grande lance, é que: estas séries de imagens foram produzidas da década de 20, 30... então, sabemos que os recursos fotográficos eram menores que os de hj em dia, além de não haver o salve-salve Photoshop!
        Imagine o trabalho, a paciência e o cuidado para produzir tais imagens? Sem contar q seu animalzinho pode ser ultra fofo, mas adoram fazer traquinagem e muitos odeiam vestir roupinhas, quiçá modelar! O cara foi ninja!!!!

      Segundo Frees:  "Estas fotografias inusitadas de animais reais, foram possíveis apenas através da paciência e bondade infalível por parte do fotógrafo em todos os momentos."





       Nascido em 1879, Harry Whittier Frees começou sua carreira como fotógrafo de animais parcial por acidente, e parcialmente devido a uma nova popularidade: os cartões postais. 

        Segundo  uma edição de 1937 da revista Life intitulado "Falando em fotos ... Estes são Harry Frees Lifework", o pontapé inicial aconteceu desta forma:  Em uma festa de aniversário, em 1906, quando um chapéu de papel foi passado ao redor da mesa de jantar e caiu sobre a cabeça do gato de estimação, Harry tirou uma foto e  aí " já era"!  Ele vendeu as primeiras fotografias para uma gráfica de cartões postais, que clamaram por mais. 


 


         Frees viu seus primeiros sucesso com a venda de suas imagens para a Companhia Rotograph de Nova York, que contratou Frees para fotografar animais para seus cartões-postais. Estes incluíram gatinhos, cachorros, coelhos, e patos. Durante este tempo a carreira de Frees floresceu, assim como a complexidade de suas fotografias. Sua governanta fez a maioria de suas roupas no início, que foram projetados para ajudar a manter os animais em suas poses, e, neste momento, Frees começaram a adicionar adereços.






        Em uma época sem  animação por computador ou efeitos especiais, o trabalho deste artista teve índices surpreendente! Imagina, Frees Usava um tempo de exposição de  1/5 de um segundo (ou seja: tempo um pouco longo... Ainda mais tratando-se de animais que geralmente não param quietos!!!   Tinha de um tudo pra virar um borrão!!! E digo mais:  mais de dois terços dos negativos tiveram que ser jogado fora. Frees descreve suas sessões de fotos como sendo "desesperadoras", e que ele só iria fotografar três meses  do ano. O resto do tempo foi gasto a preparar novos adereços, e criar novas cenas e situações para os animais.


        Em 1915, as fotografias Frees foram adquiridas por Lothrop, Lee, Shepard Co. de Boston  Massachusetts para uso em vários livros infantis. Devido ao fato de que estas fotografias foram tão bonitos e divertidas de se olhar, que não é de se admirar que a carreira Frees mudou-se para publicações de livros. Estes livros iniciais, que foram publicadas em preto e branco, foram muitas vezes criticado, devido a uma crescente preocupação com o abuso de animais e fraude, e fazendo com que Frees fosse veementemente repreendido ao longo de sua carreira. Ele é citado como dizendo: "... a característica que define [estes] livros além de todos os outros ... é a natureza das fotos, que representam uma quantidade quase inimaginável de paciência, cuidado, e tipo de atenção, bem como um grande número de filmes estragado. "

          Na década de 1930 o Rand McNally & Company começou a publicar livros com Frees trabalando, bem como relançar as edições anteriores do seu trabalho, que continuou a ser publicado também em 1950 e 1960. 
          Estes livros populares, que faziam parte da série Elf de McNally de livros infantis, foram publicados pela primeira vez em preto e branco, e, posteriormente, pintada à mão (veja bem meu povo!!!!) proporcionando cores as imagens.






       Infelizmente, diz-se que Frees ficou com câncer e morreu pobre e sozinho em Clearwater Florida em 1953, aparentemente de suicídio.

         Um belo livro de homenagem ao trabalho surpreendente Frees "foi publicado em 1970 por Anne R. Bradford intitulado" The Magic animal de Harry Whittier Frees " 


Confira esta cute galeria! ❤️❤️:





































(dá um lig na Blythe no colo dos bichinhos, aaahá!!)





















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